Proxy Brasil barato não é o anúncio de R$5 com IP compartilhado
Quem busca comprar proxy barato no Brasil está tentando uma de duas coisas: escalar quantidade de IPs ou testar uma operação sem queimar orçamento. Os dois casos se resolvem com tipo certo + volume + período — não com endereço compartilhado vendido como dedicado.
Na ProxyBox o menor custo por IP está no lote IPv6. O menor custo para contas e painéis, sem medidor de GB, é o IPv4 dedicado. Mobile só entra quando a plataforma é mobile-first.
Onde o preço cai de verdade
IPv6 em lote. Dez endereços num pedido. Se o destino fala IPv6 (muita coleta, muita API), o custo por IP despenca frente a IPv4. Se o destino é só IPv4, este plano não economiza — ele simplesmente não conecta.
IPv4 dedicado. Âncora da operação brasileira: um IP, um mês, sem GB. Desconto automático a partir de 5 IPs. Trimestral (−10%) e semestral (−15%) baixam o custo mensal sem trocar o endereço.
Datacenter de entrada. Mais barato que o IPv4 “de vitrine” quando a reputação da faixa importa menos (automações internas, testes, alvos que não penalizam ASN de DC).
Residencial por GB. Parece caro por GB e sai barato quando o uso é curto e o alvo bloqueia datacenter. Sai caro quando você deixa um coletor ligado o mês inteiro.
O que não é barato — e por quê
ISP e mobile custam mais porque o ASN é de operadora. Você paga isso quando a plataforma já mostrou que trata datacenter como sinal ruim. Comprar mobile para Facebook Ads “para garantir” é o jeito mais rápido de gastar 20 vezes o IPv4 sem evidência.
IP compartilhado a R$10 também não é barato: você herda o histórico de quem usou o mesmo endereço ontem. O custo aparece depois, em restrição e retrabalho.
Como montar o pedido mais econômico
- Use o recomendador para não comprar o SKU errado.
- Em Preços, alterne mensal / trimestral / semestral e veja o equivalente por mês.
- Se for mais de quatro IPs, o desconto por volume já está no checkout — não peça cupom.
- Compare com a tabela pública: o valor da vitrine é o valor cobrado.